terça-feira, 7 de abril de 2009
Postado por Mariana Marin às 16:49 1 comentários
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Não te atormentes pelo que penso ou sinto, sou egoísta demais, o que te dá o direito de seres comigo também, mas tenho certeza que não serás. Acho que a palavra conformismo foi mal usada e um pouco exagerada, digamos que acostumar fica melhor colocada.Entendas que às vezes sou irracional e desumano, maneira de esconder o quão frágil posso ser por dentro, o quanto de falar que não sinto, sinto duas vezes mais. Não acredites naquele “Eu” que diz que nunca amou ou irá amar, talvez ame ou já tenha amado, mas ainda não hei descoberto."
Bi, é homo, eu sei. Também sei que você não vai gostar, mas eu simplesmente não aceito a ideia de ficar sem você.
Postado por Mariana Marin às 19:19 0 comentários
quarta-feira, 1 de abril de 2009
E desligou.
Postado por Mariana Marin às 10:13 1 comentários
sábado, 28 de março de 2009
"Oh, meu Romeu! Se me amas de verdade, dize-o sinceramente...Oh, meu Romeu! Não julgues leviano este amor que descobriste na noite escura...
Oh, meu Romeu! A despedida é tão doce que o esperarei até o romper do dia...
Este botão de amor que floresce agora será uma linda flor na outra vez que nos vermos...
Oh, meu Romeu, abençoada noite, temo que seja um sonho, é bom de mais para ser realidade..." Fala de Julieta;
Romeu e Julieta, Willian Shakespeare
Foto: Shakespeare in love
Postado por Mariana Marin às 16:44 0 comentários
quinta-feira, 26 de março de 2009
Postado por Mariana Marin às 17:52 0 comentários
quarta-feira, 25 de março de 2009
Postado por Mariana Marin às 18:01 1 comentários
terça-feira, 24 de março de 2009
(Em relação ao texto "O Grito")
Depois de ler esse texto, uma onda de pseudo-esperança percorreu o meu corpo por um longo e prazeroso tempo. Ele é o tipo de crônica com a qual pouca gente concorda, mas que todo mundo gosta .
Não gosta por apenas gostar, mas pela inegável necessidade de que nós, pessoas, temos de sempre nutrir e acariciar aquela parte que nos renova, que nos coloca de pé. O ser humano é (bem, pelo menos EU sou) dependente da renovação - ou do mero reabastecimento - de suas crenças, pois somente elas são capazes de transformar uma realidade massante e irremediável em algo potencialmente diferente.
Quando eu leio que algo grita dentro de mim, acabo me transportando para um local onde as regras são feitas e estabelecidas por mim. Por lá, eu posse ser quem bem entender e, quando sou quem eu quero, me torno alguém inabalável, iderreubável, digamos. Eu simplesmente estou no controle e nele permanecerei.
No entanto, esse Texto, o da Martha, cutucou em mim uma história que, diariamente, eu tento deixar clara e formar uma opinião sobre. Trata-se do tal do maniqueísmo. Será que é realmente possível considerar que existe uma verdade única e absoluta? Dizendo que sim, aceitamos a existência do bom e do errado, do bonito e do feito, não mais em formas subjetivas, mas sim em formas pontuais e universais.
A todo momento eu me deparo com duas versões, duas verdades. Eu assisto à mudança de padrões: posso ver o belo ser transformado em feio, assim como o certo se tornar errado. Torno-me telespectadora de mim mesma em momentos nos quais atuo de maneira que não faria há um ano atrás.
Estou em constante mudança, incorporo-a com propriedade. Para a mudança, na mudança e durante a mudança não há limites excludentes. O colorido mistura-se com o incolor, a maldade é causada pela bondade exagerada e a loucura é causada pela instrução em excesso, o que afasta a alienação. É-se forte o bastante para suportar a insanidade, porém muito fraco para afastá-la.
Há algo que também grita dentro de mim. Não sei se é a verdade, a indecisão ou a mentira, só sei que faz os meus ouvidos doerem e o corpo latejar. Há algo que esfrega pelos cinco sentidos que eu não sei o que fazer; se ajo, foi por mal. Se calo, foi por receio. E o que faço por bem?
Mais uma vez, algo está gritando.
Com sua licença, vou tentar alcamar toda essa histeria.
Postado por Mariana Marin às 12:30 1 comentários
